Mostrando postagens com marcador Seminario. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Seminario. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Portifólio de aprendizagem 2

Estou lendo Hernandez, e sinto que tenho que buscar mais, pois os alunos pedem mais. Trabalhar com o portifólio como instrumento de avaliação está sendo um aprendizado, pois estamos juntos contruindo os conceitos de aprendizagem, de portifólio, do que é preciso fazer para aprender e principalmente o que é que precisamos saber para entender que aprendemos o que foi proposto.Temos momento de muita discussão, bate papo e construção de conceitos em conjunto. Muitas vezes discutimos sobre o que está certo ou errado, outras vezes "enchemos o saco" de tudo e vamos a outras atividades, mas logo alguém comenta que o que estamos fazendo pode ser um argumento para a aprendizagem ou um registro de aprendizagem. Isso está sendo muito satisfatório.

Portifólio de aprendizagem

1- A experiência da aplicação do plano individual de estudos é interessantíssima. Estou trabalhando o portifólio de aprendizagem com a 4ª série, e as evidências de aprendizagem são significativas, e os argumentos são os trabalhos que estamos construindo, eprincipalmente suas pastas propriamente ditas, estamos confeccionamos elas com encartes de supermercado e devem ficar prontas na próxima 6ª feira.

2 - O trabalho de sombras com os alunos, foi fantástico. foi o priemiro trabalho que fiz com a turma na escola nova, e ao sairmos para a rua com o instrumento para capturar a sombra fo uma experiência rica, pois a cada momento era solicitado para apreciar a descoberta de cada aluno do que eramos capaz de produzir a partir da natureza, a ação entre os elemntos e fenômenos na contrução do mundo.

- dentro desse trabalho também mostrei a existência do sol da meia noite, o que foi uma surpresa para todos e a criação de um debate sobre se era real ou não.

3 - O trabalho de identidade cultural também está com uma cara de pesquisa. Inicialmente o trabalho do eu e sua relação com o mundo, o próximo passo será encontrarmos a relação de nossas famílas e o bairro.

4 - A escola nova está rendendo um aprofundamento no estudo que antes ficava distante.

domingo, 30 de março de 2008

Atividade 1 - Seminário Integrador IV


Atividade 1






Reflexão sobre a Apresentação




do Portifólio de Aprendizagem










A proposta desse texto, publicado no dia de hoje, 30 de março de 2008, é refletir sobre o próprio BLOG. Reconstruir a trajetória do acadêmico Marcelo Schneider, eu, e meu envolvimento com este instrumento de aprendizagem no semestre que se estendeu de agosto de 2007 a janeiro de 2008, e sua apresentação no pólo em São Leopoldo, no final do semestre, no curso de Pedagogia à Distância pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.









O segundo semestre de 2007 foi talvez o mais impressionante até aqui. Nele estavam contidas interdisciplinas que mais me chamavam atenção pela proximidade da área em que atuo que é teatro. As interdisciplinas de Artes, Literatura, Música, Teatro e Ludicidade seriam as mais cobiçadas por mim...



Entretanto, o segundo semestro do ano sempre é o mais problemático; pois acumula muitas atividades. As aulas nas diversas escolas que oriento ( Dois Irmãos - EMEF 29 de Setembro, EMEF Felipe Wendling, Projeto Extra Classe Global, em São Leopoldo - Colégio Concórdia e TGB), os espetáculos de semana da criança e natal, a concepção de espetáculos´para a Mostra de Teatro do TGB, A elaboração da Mostra de Teatro do Teatro Geração Bugiganga ( TGB) com todos os alunos que oriento, o próprio grupo o qual dirijo e seus espetáculos e é claro o meu trabalho na faculdade. Tudo isso junto acaba por traçar algumas prioridades, e como todo professor, a prioridade fica com os alunos e alunas e meus trabalhos acabam ficando em segundo plano, mas isso não significa desvalorização ou falta de interesse na minha formação, muito pelo contrário, sempre procuro estar em contato com o pólo, as colegas, os professores e manter-me em dia com as leituras. Contudo nem sempre consigo manter em dia as publicações.





No segundo semestre de 2007, o acompanhamento foi bstante falho, pois nas matérias que mais gostaria de estar envolvido, estive longe, e ao final do semestre fiz talvez uma das maiores descobertas para o trabalho de acadêmico e de professor, que foi o PORTIFÓLIO DE APRENDIZAGEM. Ele, através das diversas leituras, principalmente da interdisciplina de Artes e as considerações de Hernadez, me fizeram aproximar-me e apaixonar-me pelo instrumento do portifólio. Ele é um instrumento de construção do conhecimento capaz de organizar a aprendizagem, possibilita uma avaliação de quem ve de fora, o professor e de quem o realiza,o próprio educando. E isso me fez vibrar, pois com ele temos o registro do que é feito, do que descobrimos e de nossa própria evolução, buscando sempre um aprimoramento naquilo que temos registrado e como guia de nosso desenvolvimento. Infelizmente, para mim, no semestre passado, descobri isso apenas em final de novembro e inntensifiquei os trabalhos em dezembro. Perdi muito da "degustação", do "amadurecimento" dos conteúdos e proposta, mas enfim, valeu pois pude ainda aplicar com afinco no restinho do ano com os alunos e me preparar para a utilização desse instrumento nesse ano.





Esse ano, estou trabalhando devagar com uma proposta de fazer um portifólio com os alunos do teatro, iniciei com um trabalho de registro semanal das práticas que realizamos e que isso seja enviado por e-mail a minha conta. Por serem todos menores, estou organizando isso em uma pasta no meu PC e não disponível on line, mas breve faremos uma adapatação para um Blog do trabalho dos alunos de teatro do TGB, para depois avaliar o resultado.










Sobre a apresentação...


Acredito que as apresentações dos trabalhos são sempre positivas, não tive grandes dificuldades de montar minha apresentação, talvez a grande dificuldade tenha sido eleger o que falar em tão pouco tempo, mesmo tendo falhado em muitas atividades de registro.


O que mais me impressiona no curso e na facilidade de apresentar o que aprendemos, é que realmente temos que executar os trabalho, temos que ler, e ler muito, não só o que é obrigatório, mas a internet nos possibilita a navegação e ela nos leva a muitas descobertas, conquistas e intercâmbios até então inimagnáveis, e isso nos dá subsídios, teóricos e práticos, visto que nossos trabalhos são muitas vezes nossa própria prática doscente, para elaboração daquilo que vamos compartilhar, não só e, mas todas as colegas, algumas com mais facilidade para falar, outras com mais conhecimento tecnológico, outros com idéias inovadoras em sala de aula, mas todas e todos com verdade naquilo que apresentam, e especificamente com um]a transformação em seu próprio ser, capaz de fazer hoje mais e melhor do que fizemos ontem.




Marcelo na Redenção POA

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Prazer


Quando Piaget nos diz que que a atividade profissional pode ser uma fonte de prazer e não um sacrifício.

E essa sensação é herança do prazer funcional que está presente nos primeiros dois anos de vida, quando a criança constroi os jogos de exercícios.

Esses jogos que o "nene" joga ou brinca são aqueles que se repetem pelo simples prazer de se repetir, como sugar a mamadeira: as vezes para alimentar-se e outras vezes pelo simples fato de que sugar dá prazer.


Ao ler e debater essa questão visualizei a imagem de duas professoras das interdisciplinas do 3° eixo de nosso curso - Pedagogia EAD - UFRGS: a professora de Artes (Daniela Linck Diefenthälere) e a professora de música (Rosa Maria Caldas) e o seu prazer em realizar o seu trabalho.


É impressionante quando alguém tem prazer em seu trabalho, o faz com serenidade, alegria e esperança, não ´r um sacrifício, e quando ele se torna um sacrifício, por motivos que as fogem a nossa compreensão ou desejo, ainda assim se faz com prazer, pois o desejo é tanto que suplanta o possível sacrifício.

Marcelo Schneider em cena - Espetáculo Pluft o Fantasminha - TGB 2007


Remeto-me ao trabalho que realizo: Teatro atuando, dirigindo e principalmente orientando crianças através da arte cênica. Este é o meu prazer, este é o meu sonho. E quando li as palavras de Piaget, me reconfortei e pensei, este é o meu caminho. Então todo o trabalho que realizo com os alunos está "fundamentado no jogo de exercício, pois foi a partir dessa vivêncxia que hoje posso estar no meu campo profissional sorrindo de prazer.

t e m p o 3

Oração ao Tempo
Caetano Veloso


És um senhor tão bonito
Quanto a cara do meu filho
Tempo Tempo Tempo Tempo
Vou te fazer um pedido
Tempo Tempo Tempo Tempo
Compositor de destinos
Tambor de todos os ritmos
Tempo Tempo Tempo Tempo
Entro num acordo contigo
Tempo Tempo Tempo Tempo
Por seres tão inventivo
E pareceres contínuo
Tempo Tempo Tempo Tempo
És um dos deuses mais lindos
Tempo Tempo Tempo Tempo
Que sejas ainda mais vivo
No som do meu estribilho
Tempo Tempo Tempo Tempo
Ouve bem o que te digo
Tempo Tempo Tempo Tempo
Peço-te o prazer legítimo
E o movimento preciso
Tempo Tempo Tempo Tempo
Quando o tempo for propício
Tempo Tempo Tempo Tempo
De modo que o meu espírito
Ganhe um brilho definido
Tempo Tempo Tempo Tempo
E eu espalhe benefícios
Tempo Tempo Tempo Tempo
O que usaremos pra isso
Fica guardado em sigilo
Tempo Tempo Tempo Tempo
Apenas contigo e migo
Tempo Tempo Tempo Tempo
E quando eu tiver saído
Para fora do teu círculo
Tempo Tempo Tempo Tempo
Não serei nem terás sido
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo
Ainda assim acredito
Ser possível reunirmo-nos
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo
Num outro nível de vínculo
Tempo, Tempo, Tempo, Tempo
Portanto peço-te aquilo
E te ofereço elogios
Tempo Tempo Tempo Tempo
Nas rimas do meu estilo
Tempo Tempo Tempo Tempo

© Editora Gapa

(fonte: site oficial)

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Tipos de evidências que constituem “conteúdo” do portfólio

Tipos de evidências que constituem “conteúdo” do portfólio
(a partir de Collins, 1991)

Os artefatos são documentos produzidos durante o trabalho do curso e vão desde as atividades de sala de aula até os distintos trabalhos realizados por iniciativa própria ou por sugestão do docente. Também podem ser incluídas aquelas evidências que fazem parte de outra disciplina, se se considerar que tiveram um papel relevante no processo de aprendizagem e compreensão do tema do portfólio.
As reproduções são documentos que constituem exemplos do trabalho na disciplina, série ou programa, mas que incluem acontecimentos que normalmente não se recolhem em sala de aula, por exemplo, a gravação de uma conversa com um especialista ou alguém diretamente implicado no tema do trabalho, as anotações de uma visita a uma exposição, a gravação de um documento audiovisual que tenha significado uma ajuda para a compreensão do tema ou problema, a impressão de uma página de Internet em que se tenha encontrado informação relevante, a correspondência mantida em torno do tema via correio eletrônico, etc.
Os atestados são documentos sobre o trabalho do aluno preparados por outras pessoas. Por exemplo: comentários realizados pelo docente, por outros professores, ou por pessoas envolvidas no processo formativo dos estudantes, sempre e quando esses os considerarem valiosos.
As produções são documentos especificamente preparados para dar forma e sentido ao portfólio e incluem três tipos de materiais: explicação de metas, reflexões e cabeçalho ou títulos.

(...) a explicação de metas deve ser realizada no início do curso. Isso não significa que deva ser algo estático e imóvel. Pelo contrário, podem ser revisadas no processo de ensino e aprendizagem e modificadas convenientemente, sempre com a apresentação das argumentações necessárias. Sua principal função é possibilitar ao estudante exemplificar, de maneira pessoal, o propósito específico do portfólio que vai realizar e servir de quadro de referência e dotação de sentido para as atividades que realizar.
As reflexões acontecem enquanto se elabora, organiza-se ou se revisa o portfólio, e apresentam-se as estratégias de diálogo com a informação que o estudante utiliza.
As anotações são pequenos informes que acompanham cada documento, descrevem o que é, por que é uma evidência, e de que é evidência.

O continente
Ainda que a expressão não seja muito feliz, reflete a sua finalidade. Uma vez selecionadas e argumentadas cada uma das evidências que mostram seu processo de aprendizagem e incorporam a reflexão sobre sua trajetória, o estudante deverá pensar num “lugar” onde colocar o material para que possa ser compartilhado com os outros e receber a avaliação do docente (ou do grupo). Esse continente pode adquirir diferentes modalidades. Desde uma “caixa” em que se colocam todas as evidências, um classificador de documentos, um cartaz em que se apresente sua trajetória ao longo do curso ou período letivo e o lugar de cada documento, etc.Nos últimos anos, a proliferação de e generalização das tecnologias da informação e da comunicação levou à exploração de novas formas de recolher, organizar e recuperar o conteúdo dos portfólios dos alunos.

componentes do portifólio

Não há uma resposta única para esta pergunta, mas reproduzimos a seguir, como exemplo, o que Hernandéz (2000 p.170-172) nos aponta como componentes básicos para a sua concepção.
n O Propósito
Cada exemplo selecionado pelo estudante que dê evidência se seu progresso deve ser recolhido, criado e organizado de uma determinada forma para demonstrar sua avaliação em relação às finalidades estabelecidas. Isso implica que, além do fio condutor do portfólio, cada estudante deva especificar o porquê de ter selecionado cada uma das evidências que o compõem.

Entendendo o Portifólio

Como organizar e avaliar em um só tempo e espaço, os conhecimentos aprendidos em um projeto de aprendizagem?
Os portfólios, por exemplo, seriam materiais que ajudam a pensar a avaliação como uma reconstrução do processo de aprendizagem.
Assim, podemos identificar questões relacionadas ao modo como os [...] estudantes e os educadores refletem sobre quais os reais objetivos de sua aprendizagem, quais foram cumpridos e quais não foram alcançados, onde, quando e por que houve um enfoque inadequado, tanto em relação ao esforço, quanto às estratégias de aprendizagem de cada estudante, e aponta a direção para a qual será promissor a projeção de um enfoque futuro (Hernandez, 2000, p.166).

!

O portfólio

Segundo Hernández, (2000, p.166),
“poderíamos definir o portfólio como um continente de diferentes tipos de documentos [anotações pessoais, experiências de aulas, trabalhos pontuais, controles de aprendizagem, conexões com outros temas fora da escola, representações visuais, etc.] que proporciona evidências do conhecimento que foram sendo construídos”.